(HOJE) Palestra do Richard Stallman no IME-USP

Prezados,

Lembrando a todos desta importante atividade que teremos, nesta sexta-feira, no IME:

O Que? Palestra do Richard Stallman sobre patentes de software

Quem? Isso mesmo: Richard Stallman!

Quando? 25 de maio de 2012, sexta-feira, das 16h as 18h.

Onde? Instituto de Matemática e Estatística da USP, sala B-10 (Rua do Matão, 1010 - bloco B - Cidade Universitária, São Paulo).

Como? Gratuito (100 lugares), sem necessidade de inscrição.

Por que? Um dos maiores nomes da computação das últimas décadas falando sobre um tema atualmente em debate no Brasil.

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Richard Stallman, uma dos maiores nomes da computação das últimas décadas, estará em São Paulo nesta sexta-feira para discutir a ameaça à inovação brasileira no mercado de software representada pelo mecanismo de patentes atualmente em discussão.

A despeito da proibição legal, o INPI tem concedido patentes de software no Brasil há anos. Com a recente consulta pública do órgão a respeito, iniciou-se um debate sobre a pertinência dessas patentes no país. Stallman, em coro com boa parte dos pesquisadores e empreendedores em software, tem atacado essas patentes como um retrocesso no campo da computação. Nesta palestra, ele mostrará como as patentes de software obstruem o trabalho do programador. Segundo ele, patentes desse tipo cobrem ideias e restringem o desenvolvimento do software, de maneira que cada decisão traz consigo o risco de um processo judicial. Além disso, pesquisas econômicas mostram que elas têm efeito negativo sobre o progresso da técnica.

Stallman fundou, em 1983, o Movimento Software Livre e iniciou o Projeto GNU e a Free Software Fundation (FSF) em 1984. Também consolidou o conceito de "copyleft" ao escrever a Licença Pública Geral GNU (GNU GPL), a licença livre mais usada no mundo. Stallman recebeu vários prêmios internacionais e doutorados honorários, como o prêmio Grace Hopper da ACM e o prêmio de pioneirismo da Electronic Frontier Foundation. Desde 1990, ele dedica a maior parte do seu tempo como ativista político, defendendo o software livre e lutando contra as patentes de software.

Trechos e anotações de Pérolas da Redação Científica, de Gilson Volpato - parte 5

Pérolas da Redação Científica

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Capítulo 3: Autoria

Pérola 23: Trabalhos com muitos autores incluem autoria fraudulenta

  • Autoria fraudulenta dá poder indevido a quem não merece.
  • Se o trabalho é criticado, processado ou "despublicado", o autor fraudulento está junto.

  • Autoria exige que o indivíduo participe da história do trabalho, além de ajudar a construir o objetivo, a estratégia ou as conclusões, tendo que necessariamente concordar com elas e estar apto a defendê-las perante a comunidade científica.

  • Não é o número de autores que define a safadeza, é a moral.

Pérola 24: Para ser autor, basta coletar dados ou emprestar equipamentos

  • A menos que satisfaça os critérios de autoria (ver Pérola 23), quem coleta dados não é autor.

Pérola 25: O dono do laboratório, o chefe do setor e o estatístico são, naturalmente, coautores do trabalho

  • A menos que satisfaçam os critérios de autoria (ver Pérola 23), dono do laboratório, chefe do setor e estatístico não são autores.

Capítulo 4: Idioma

Pérola 26: Título, Resumo, figuras e tabelas em inglês garantem internacionalização

  • Para que seja realmente lido (e citado) por pesquisadores de fora, todo o texto deve estar em inglês. Nenhum pesquisador sério cita algo do qual leu apenas o resumo.

  • A Ciência é uma atividade internacional. Use, então, o inglês.

Pérola 27: Seja nacionalista... publique em português

  • Precisamos mostrar que conseguimos avançar o conhecimento em níveis iguais ou melhores que outros países. Para isto, é necessário publicar em inglês.
  • Mas o problema não é só a língua inglesa.
  • O inglês se resolve só com uma boa tradução/versão. Mas se a Introdução é fraca, a conclusão não tem novidades, os dados são fracos, a discussão não discute... isso não se conserta escrevendo em outro idioma. (Nota de rodapé da página 67).

Pérola 27: Estudos regionais devem ser publicados em português

  • Não se deve confundir publicação científica com divulgação científica.
    • Não devemos informar o público não científico sobre uma conclusão, sem que ela tenha passado, no mínimo, pela primeira crítica severa de publicação feita por um periódico científico de bom nível.
    • Do contrário, aumentamos nossa chance de disseminar informação equivocada ao público leigo.
  • Artigos não são para o usuário não-cientista.
  • Ciência deve estudar fenômenos gerais.

  • Boa ciência gera conhecimento adequado, parte do qual pode ser usado para resolver problemas reais de nossa comunidade.

    • Exemplo: Paulo Freire.

Capítulo 5: Estilo da Redação

Pérola 29: A característica da redação científica depende da área de estudo

  • Redação científica exige clareza, brevidadem objetividade (sempre que possível) e solidez. Em qualquer área.

  • É apenas um maus costume de algumas pessoas escrever de forma diferente em diferentes áreas (por exemplo, ser mais prolixo na área de Humanas).

Pérola 30: A redação científica exige resgras rígidas de estilo

  • O que há de rígido no estilo da redação científica são as regras lógicas de raciocínio e, de forma bem restrita, as normas de publicação do periódico.

  • Redação científica é uma Arte.

    • Ex.: Título deve ser criativo: sem enganar, deve convencer o leitor a baixar o artigo e lê-lo.
  • O estilo científico internacional existe e restringe-se a poucos aspectos:

    • Construções lógicas e embasadas em resultados (do artigo ou da literatura).
    • Só inclua no texto informações (frases, literatura, métodos e resultados) necessárias e imprescindíveis para sustentar o discurso.
    • Não diga... demonstre.
    • Se usou estatística, conclua com base nela (esqueça tendências).
    • Ao estudar conceitos, operacionalize-os (baseie-se em variáveis objetivamente avaliadas).
    • Mantenha-se no foco (validação do objetivo e demonstração das conclusões).
    • Use palavras simples
    • Seja conciso, sintético... não use mais palavras que o mínimo necessário.
    • Use frases curtas (deixe-as com o mínimo possível de palavras).
    • Inclua uma ideia em cada frase (exceto se a segunda ideia for muito curta).
    • Seja claro, não dê chance de dupla interpretação.
    • Objetive os artigos que usar (por ex., para "muito" diga o "quanto").
    • Use voz ativa (Sujeito + verbo + predicado).
    • Não inclua jargões.
    • Cada parágrafo defende uma ideia:uma frase a expressa e as demais a demonstram.

Pérola 31: Considere que seu leitor é um especialista da área

  • Fazer isso diminuirá a influência do seu estudo para áreas correlatas.
  • Especialistas entendem também os textos simples e claros.
  • Linguagem simples não é sinônimo de superficialidade.

Pérola 32: Frases longas e complexas são características da área de Humanas

  • Não é uma característica da área. Pode ser um vício dela.

Pérola 33: Frase na voz passiva é caracterśitica do inglês científico

  • Escreva na forma ativa: sujeito + verbo + predicado.
    • A causa precede o efeito, e não o contrário.
    • Veja artigos da Nature e irá encontrar vários exemplos de frases na primeira pessoa.

Pérola 34: Evite conjunções

  • Ligue ideias com conjunções, quer dentro de uma frase, entre frases, ou entre parágrafos.
  • Cuidado para não usar seguidamente conjunções que se auto-excluam.
  • As conjuções dão colorido ao texto. Sinalizam o leitor. Um texto sem elas fica taquigráfico, sem vida.

Pérola 35: Após autor e ano, deve vir uma vírgula

  • Não há erro em: "Smith (2009) diz que o ácido butírico afeta esta resposta."

Trechos e anotações de Pérolas da Redação Científica, de Gilson Volpato - parte 4

Pérolas da Redação Científica

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Capítulo 2: Concepção do Artigo (continuação)

18 - A ciência qualitativa é diferente

  • Ambas buscam evidências observáveis, são ciência empírica.

19 - Estudos quantitativos são mais robustos que os qualitativos

  • São alternativas, algumas mais adequadas dependendo da situação.

20 - Os resultados convencem por si só

  • Método empirista: as ideias devem ser fruto da observação.
  • Máxima empirista: "Teoria sem dados é fantasia, mas dados sem teoria é caos."
  • "Matar a cobra e mostrar o pau".
  • Cabe ao cientista apresentar seu discurso sobre os dados que obteve. Os dados apenas iniciam a conversa.

21 - Existe uma proporcionalidade de extensão entre as partes do artigo

  • Deve-se sempre escrever o mínimo, sendo o mais sintético possível, para facilitar a leitura.
  • O texto científico deve ser visto como um argumento lógico.
    • Apresentamos premissas para sustentar conclusões
    • Uma vez na Introdução
    • Outra vez para a conclusão do artigo

22 - Um estudo de revisão da literatura não é um estudo empírico

  • Dados são os artigos
  • Os dados não precisam ser coletados diretamente pelo pesquisador
  • Em alguns casos, a obtenção dos dados numa mesma amostra, ou numa mesma situação de estudo, pode fortalecer a conclusão.
  • "Resumo da literatura" não tem valor científico.
  • Estudos de revisão da literatura devem incluir conclusões novas e não apenas reportar o que se tem feito em determinado assunto.

Trechos e anotações de Pérolas da Redação Científica, de Gilson Volpato - parte 3

Pérolas da Redação Científica

Capítulo 2: Concepção do Artigo

Pérola 15: Inclua mais informações na tese, pois os avaliadores nem sempre são especialistas no tema

  • Tese deve ser enxuta (mínimo de palavras de de dados) e deve ser sempre avaliada por especialistas.
  • Artigo também deve ser enxuto.
  • Faça tese no formato de artigos.

Pérola 16: Teses longas são melhores do que as curtas

  • Textos curtos são mais lidos e mais citados.
  • Cada parte deve ter nem mais nem menos que o necessário.
  • Como orientador, corte. Volpato diz que em geral consegue cortar 25% a 30% das teses que lê.

Pérola 17: Escolha a revista para publicação somente após concluir a pesquisa

  • É preciso planejar. Sem planejamento, trabalha-se muito e produz-se pouco.

  • Volpato propõe uma espécie de algoritmo para a publicação de manuscritos.

Algoritmo para a Publicação de Manuscritos

  1. Escolha uma faixa de qualidade de periódico em que deseja publicar.
    • Use o JCR (preferencialmente) ou o SJR para listar todos os periódicos da sua área e obter uma planilha com o nome e o fator de impacto de cada periódico.
    • Exclua da sua lista todos os periódicos com fator de impacto inferior à mediana de sua área.
    • Para quem trabalha em novos e pequenos programas de pós-graduação brasileiros, exclua da lista aqueles periódicos que não estão no Qualis da sua área ou cuja avaliação Qualis seja inferior a B2.
  2. Selecione os artigos desses periódicos escritos por cientistas não renomados e de países que não sejam do chamado primeiro mundo. Nestes artigos, examine o nível de novidade do objetivo e a qualidade metodológica dos estudos (principalmente as técnicas e o número de repetições).
  3. Idealize um projeto compatível com esse nível e execute-o com o máximo rigor.
  4. Submeta-o à revista de maior fator de impacto no nível que selecionou
  5. Prepare-se para submeter a outras revistas desse nível.

Fim do Algoritmo

  • Observação: os três sub-itens do item 1 não estão neste livro. Foram incluídos por mim baseado em outros livros e comentários do próprio Gilson Volpato e em minha experiência como membro de um novo programa de pós.

  • Ideia pobre, metodologia ultrapassada e apresentação confusa não adentram as revistas mais fortes da área.

  • Pense o tipo de pesquisa que deseja fazer e, então, planeje-se para fazê-la e execute esse plano até o final.

Mais trechos e anotações de Pérolas da Redação Científica, de @GilsonVolpato

Pérolas da Redação Científica

 

Observação: o termo pérola está sendo usado com sentido negativo!

 

Capítulo 2: Concepção do Artigo

Pérola 13: Resultados menos importantes vão para o anexo

  • Esta má prática torna o texto principal mais limpo, mas aumenta o texto como um todo.
    • Em Matemática uma demonstração até pode ir para o anexo, para não truncar o raciocínio.
  • Teses ficam pesadas demais para ler com muitos anexos.
  • Não é a existência de dados individuais ou detalhes descritivos que garantem que a base empírica seja real, não inventada pelo autor.
    • Em termos, pois existem técnicas para detectar números inventados.
  • Quando os revisores de revistas científicas examinam os manuscritos, não partem da pressuposição de que os dados podem ter sido fabricados pelos autores.
    • A preocupação maior pela veracidade dos fatos é do autor.
  • Outro equívoco é que devemos disponibilizar os dados aos leitores para que possam melhor julgar nosso estudo. Isso é impossível.
  • O correto é o autor apresentar os dados necessários qeu sustentam sua conclusão, cabendo ao leitor avaliar este cenário, aprovando-o ou não.

Pérola 14: Os requisitos para a redação de um artigo são diferentes dos de uma tese

  • O artigo é o veículo principal de divulgação científica.
  • A tese tradicional atrapalha a confecção do artigo.
  • Sugestão de Volpato: usar o formato de tese como Coletânea de Artigos:
  • Os artigos/manuscritos são juntados na tese, compondo um discurso coerente, cuja tese principal será defendida baseando-se nas conclusões destes artigos.
  • Inclui uma Introdução, que justifica o objetivo maior (a tese a ser defendida), validando os manuscritos/artigos que seguem, e uma Discussão final, que defende a tese proposta por meio desses textos.
  • Veja aqui um exemplo de tese como Coletânea de Artigos (não exatamente no formato proposto por Volpato) na área de Computação. Esta tese chegou a ser premiada como a melhor Tese de Doutorado em Computação em 2002 no Brasil.

Post anterior: Trechos e anotações de Pérolas da Redação Científica, de @GilsonVolpato

Equipes Brasileiras na Final da ICPC 2012 (a Final Mundial da Maratona de Programação)

Universidade Federal de Campina Grande   [URL] 
Team name:  Modus Ponens Malditos
  • Rohit Gheyi, Coach
  • Felipe Abella Cavalcante Mendonça de Souza, Contestant
  • Phyllipe Cesar Ramos de Almeida Medeiros, Contestant
  • Diogo Silva, Contestant
Universidade Federal de Pernambuco   [URL] 
Team name:  Challenge Accepted !
  • Liliane Salgado, Coach
  • Filipe Melo, Contestant
  • Davi Pinheiro, Contestant
  • Luiz Silva, Contestant
Universidade Federal do Paraná   [URL] 
Team name:  * da Trypanossoma
  • Bruno Ribas, Coach
  • Flávio Henrique de Bittencourt Zavan, Contestant
  • Vinicius Kwiecien Ruoso, Contestant
  • Ricardo Oliveira, Contestant
Universidade Federal do Rio de Janeiro (DCC-UFRJ)   [URL] 
Team name:  double cheeseburger;
  • Douglas Cardoso, Coach
  • Leonardo Inácio Lima de Oliveira, Contestant
  • Mauricio Lemos Rodrigues Collares Neto, Contestant
  • Pedro Veras Bezerra da Silva, Contestant
University of São Paulo - Institute of Mathematics and Statistics   [URL] 
Team name:  Up
  • Marcio Oshiro, Coach
  • Cesar Gamboa Machado, Contestant
  • Leonardo Marchetti, Contestant
  • Lucas Piva Rocha Correa, Contestant
 

 

Instituto Tecnológico de Aeronautica   [URL]
Team name:  Comp-Ele Error

  • Armando Gouveia, Coach
  • Gabriel Dalalio, Contestant
  • Fernando Fonseca, Contestant
  • Diogo Holanda, Contestant

>> Atualizado em 17 de maio, pois tinha faltado o ITA (o Quênia da Maratona de Programação no Brasil).

Todas as equipes em  http://icpc.baylor.edu/public/report/teamsWF.icpc

 

Tudo sobre a ACM ICPC em http://icpc.baylor.edu/

Boa sorte a todos!

Para saber mais sobre a Maratona de Programação, acesse http://maratona.ime.usp.br/

CONCURSO - INFORMATICA NA EDUCAÇÃO - UTFPR - CÂMPUS FRANCISCO BELTRAO

Para divulgação:

Prezados,

solicito sua contribuição na divulgação do concurso para a UTFPR,
câmpus Francisco Beltrão:

- Área/Subárea: Informática na Educação.
Inscrições de 08/05 a 10/06/2012.

EDITAL:
http://www.utfpr.edu.br/concursos/campi/fb/cpcp/edital-026-2012-cpcp-fb-2013-professor-do-magisterio-superior-2013-classe-assistente

Atenciosamente,

Prof. Ademir Roberto Freddo
COLIN - Coordenação do Curso de Licenciatura em Informática
UTFPR - Câmpus Francisco Beltrão

Trechos e anotações de Pérolas da Redação Científica, de @GilsonVolpato

Pérolas da Redação Científica

 

Observação: o termo pérola está asendo usado com sentido negativo.

 

Capítulo 2: Concepção do Artigo

Pérola 11: Os artigos publicados estão corretos

  • As conclusões científicas são interpretações dos autores para os dados que obtiveram, à luz do que se conhece na literatura.
    • Se essas interpretações são aceitas pela comunidade científica, então isso se transforma em conhecimento "vivo". Do contrário, desaparece.
  • A base lógica do conhecimento científico não permite que estabeleçamos verdades
  • Uma breve olhada na história das descobertas científicas revela o quanto "verdades" foram derrubadas para a construção de novo conhecimento.
  • Alegação de Karl Popper: só temos certeza quando negamos enunciados gerais
    • Mesmo os testes que promovem estas negações podem estar errados
  • Mas isto não significa que não sabemos exatamente o que é e o que não é correto.
    • Para mim, significa sim. Mesmo assim, a Ciência é MUITO útil.
  • O importante é que temos um sistema de conhecimento que, pela sua crítica, fornece conhecimento adequado. Ele é aceito até que se prove o contrário.
  • As publicações não trazem verdades. Elas devem trazer o que se considera como aceito no momento.
  • Por esta razão devemos ser vigilantes: para impedir que o que se publique seja apenas aquilo com que a maioria concorda. Para que possa ser publicado aquilo que vai contra a opinião da maioria.

Pérola 12: Inclua no artigo todos os dados coletados no projeto

  • A essência de uma publicação científica são as conclusões.
  • O texto é composto de dois argumentos:
    • Um para justificar o objetivo e a problemática do estudo
      • Situando o leitor no contexto da pesquisa, o qual é exposto na introdução
    • Outro para validar as conclusões
    • Nas quais se apresentam os resultados, as literaturas, as técnicas e a estratégia do estudo para validar as conclusões propostas.
  • Inclua no texto apenas o que for relevante para mostrar como e porque chegou a tais conclusões.
  • Construir um texto científico equivale a construir um edifício:
  • Deve ser importante, vistoso, sólido e construído com o menor número de vigas e colunas.

Maratona de Revezamento 42km

Controle de Corridas
Assunto: Maratona de Revezamento 42km

Mensagem: Prezados Corredores, No dia 09 de junho de 2012 teremos na cidade de Curitiba a Maratona de Revezamento - 42km. Você poderá dividir a Maratona em: 02 Atletas cada um corre 21km. 04 Atletas cada um corre 10.5 km. 08 Atletas cada um corre 5.2 km. Monte a tua equipe e participe desta festa. Informações e Inscrições: www.thomeesantos.com.br Atenciosamente.

Lançamento: Lógica: Uma Abordagem Introdutória

Novo livro sobre Lógica. Não li. Não sei se é bom ou não.


LANÇAMENTO EDITORA CIÊNCIA MODERNA

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Horário de funcionamento: seg a sex das 9h às 18h  
R.Alice Figueiredo 46 – Riachuelo  - Rio deJaneiro, RJ - CEP 20950-150  


      

Lógica - Uma Abordagem Introdutória

(Primeira edição, 2012)

Autora: Márcia da Silva Martins

 

Nº de páginas: 168

Peso: 243,6g

Formato: 16 X 23 cm

Impressão: off-set p/b

Lombada: 0,9 cm

Encadernação: Brochura

ISBN: 978-85-399-0255-2

Código de barras: 9788539902552

Assunto: Matemática / Lógica

 
   

R$ 42,00          R$ 25,20

Resenha: O presente livro consiste em uma abordagem introdutória da Lógica como é desenvolvida atualmente. Sua leitura não exige qualquer conhecimeanto prévio do assunto. Sua proposta é discorrer sobre um conceito central da lógica, denominado “consequência lógica”. Esta tarefa é levada a termo através da apresentação dos dois Sistemas Lógicos mais importantes: a Lógica Sentencial e a Lógica de Predicados de Primeira Ordem. Estes assuntos são apresentados através de suas sintaxe, semântica e sistemas dedutivos. O texto contém variadas observações que visam esclarecer a importância desses sistemas. Contém variadas questões de Raciocínio Lógico, assim como aplicação dos conceitos e resultados desenvolvidos.

Sumário: Capítulo 1 - Lógica – 1; Capítulo 2 - Um Breve Histórico – 11; Capítulo 3 - Lógica Sentencial – Sintaxe – 17; Capítulo 4 - Semântica da Lógica Sentencial – 33; Capítulo 5 - Sistemas Dedutivos – 55; Capítulo 6 - Raciocínio Lógico – LS – 93; Capítulo 7 - As Limitações da LS e a Necessidade de Ampliar o seu Arcabouço – 101; Capítulo 8 - Sintaxe da Lógica de Predicados de Primeira Ordem (LPPO) – 105; Capítulo 9 - Semântica da LPPO – 119; Capítulo 10 - Sistema Dedutivo de Tableaux Semânticos para a LPPO – 129; Capítulo 11 - Raciocínio Lógico – LPPO – 141; Bibliografia – 147

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